Saúde com direção, cuidado com resultado.
Estratégia assistencial, operações em saúde, transição do cuidado e integração de redes.
25 anos de medicina conectando assistência, gestão e decisão executiva. Da atenção primária à direção médico-hospitalar, com experiência em crônicos complexos, atenção domiciliar, desospitalização, hospitais de transição e performance assistencial.
Da pessoa ao sistema. Sempre pelo cuidado.
Meu trabalho está na interseção entre o que é clinicamente correto, operacionalmente possível e institucionalmente sustentável. O objetivo não é simplesmente reduzir custo. É posicionar cada paciente no nível de cuidado adequado, com segurança, coordenação, qualidade e uso responsável dos recursos.

Da jornada do paciente à inteligência operacional.
A experiência clínica ganha escala quando se transforma em desenho de cuidado, governança, fluxo, indicador e capacidade de execução.
Direção e governança médico-assistencial. Integração entre lideranças, corpo clínico, equipes multiprofissionais e áreas corporativas.
Performance hospitalar. Capacidade assistencial, permanência, altas, fluxo de leitos, segurança, qualidade e eficiência.
Transição do cuidado. Desospitalização, reabilitação, cuidados paliativos, hospice e continuidade entre hospital, domicílio e rede.
Crônicos e atenção domiciliar. Estratificação, coordenação longitudinal, gestão de complexidade e integração de prestadores.

Uma carreira construída atravessando os níveis de cuidado.
Da Medicina de Família e Comunidade à direção clínica, técnica e corporativa de hospitais, a trajetória foi acumulando uma visão rara: compreender simultaneamente o paciente, a equipe, o serviço, a rede e a organização.

Formação médica, APS e Medicina de Família
Graduação em Medicina pela USP, atuação na rede pública, Estratégia Saúde da Família, preceptoria e experiência em contextos urbanos, rurais e indígenas.
Atenção domiciliar e gestão médica
Assistência direta, coordenação e gestão do Programa de Atenção Domiciliar, estruturando o domicílio como eixo de continuidade, desospitalização e cuidado de pacientes complexos.
Assiste • coordenação de crônicos complexos
Concepção, implantação e escala de modelo assistencial para coordenação dos serviços de desospitalização e atendimento a 4.750 beneficiários restritos ao leito.
Hospital de Transição de Cuidados e Hospice
Participação na transformação de uma estrutura hoteleira em operação hospitalar voltada à transição, reabilitação, cuidados paliativos e hospice.
Direção clínica, técnica e corporativa
Governança médico-assistencial, linhas de cuidado, indicadores, capacidade, qualidade, segurança e integração entre lideranças médicas, multiprofissionais e corporativas.

O cuidado precisa funcionar na vida real.
Estratégia sem operação vira apresentação. Operação sem estratégia vira improviso. O valor aparece quando cuidado, processo, dados e responsabilidade caminham juntos.
Minha atuação parte de perguntas concretas: quem é o paciente certo para cada nível de cuidado? Qual risco precisa ser antecipado? Onde a jornada quebra? Qual capacidade é realmente necessária? Que indicador mostra resultado? Quem é responsável pela execução?
É assim que o cuidado deixa de ser uma sequência de silos e passa a funcionar como sistema.
Eficiência não é fazer menos. É fazer melhor, no lugar certo.
Em direção hospitalar, a organização do cuidado por linhas assistenciais e o redesenho de fluxos permitiram melhorar desfechos e capacidade operacional. Os números abaixo refletem resultados descritos em minha experiência executiva.
Redução da permanência média
Resultado associado à estruturação da gestão por linhas de cuidado e integração assistencial.
Redução da reinternação precoce
Considerada em até sete dias após a alta, com foco em continuidade, coordenação e segurança.
Redução do intervalo alta–leito
Redesenho entre alta médica, enfermagem e hotelaria, ampliando a capacidade de acesso à internação.
Processo é ferramenta clínica quando melhora o cuidado.
Lean Six Sigma aplicado à saúde com pragmatismo: definir o problema certo, medir com dados confiáveis, analisar causas, melhorar com soluções viáveis e sustentar o resultado.
O método não substitui julgamento clínico. Ele organiza o trabalho para reduzir variabilidade desnecessária, desperdício, atrasos, retrabalho e riscos, protegendo aquilo que realmente importa: qualidade, segurança e experiência do paciente.

Projetos em que a experiência médico-operacional faz diferença.
Atuação consultiva em problemas que exigem leitura clínica, desenho assistencial, governança e execução. O escopo é construído a partir do problema e pode envolver diagnóstico, recomendação, implantação e acompanhamento.
Estratégia médico-assistencial
Desenho de modelos de cuidado, linhas assistenciais, critérios de elegibilidade, jornadas e integração entre níveis de atenção.
Transição do cuidado e desospitalização
Fluxos de alta, reabilitação, cuidado domiciliar, paliativos, hospice, critérios de progressão e governança das transições.
Gestão de crônicos e pacientes complexos
Estratificação, coordenação longitudinal, programas de acompanhamento, indicadores e integração com rede assistencial.
Performance hospitalar
Capacidade, permanência, giro de leitos, altas, reinternações, integração multiprofissional e rotinas de gestão.
Governança clínica e liderança médica
Estruturas decisórias, indicadores, responsabilidades, integração entre lideranças e transformação de diretrizes em execução.
IA, dados e operação assistencial
Tradução da identificação de risco e dos sinais analíticos em intervenção clínica, fluxos operacionais, indicadores e acompanhamento de resultado.
Antecipar cuidado pode mudar desfechos e economia.
A discussão não é apenas identificar risco. É transformar o sinal em uma intervenção adequada, mensurável e executável dentro da rede.
Ideias precisam sobreviver ao palco e chegar à operação.
Participação em eventos e debates sobre prevenção, coordenação do cuidado, atenção domiciliar, transição assistencial, integração entre hospital e domicílio e geração de valor em saúde.


Se o problema está entre assistência, operação e decisão, vale conversar.
Projetos de consultoria, advisory, transformação assistencial, liderança executiva, palestras e discussões estratégicas em saúde.
